terça-feira, 13 de outubro de 2015

tríPtico


EXTENSÃO DE UM SER


Na ausência - resíduos; apenas a presença latente em restos de consumo. 



















fotos: Assis  garceZ

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

nOta - perfoRmance escritiva - Alexandre Lautert



EU NÃO

Alexandre Lautert

 

 

Assis  garceZ


Inspirado no conceito homônimo de Peggy Phelan (e a partir da proposta de Della Pollock), a escrita performativa é uma escrita que se expressa simultaneamente a si própria e a partir do que a motivou. Debruça-se sobre as representações usuais da vida social/performativa e dá especial atenção às artes performativas. Evoca mundos da memória, do prazer, da sensação, da imaginação e do afeto, e desconstrói as formações discursivas subjacentes (por isso, gosta da genealogia, investiga os palimpsestos). Relocaliza a citação (textos, práticas, discursos), expondo a acumulação de citações. É sempre uma re-escrita. Como no ritual, funciona no modo subjuntivo (o “como se”), e por isso, gosta de imaginar mundos outros potenciais. Também é subjectiva, nervosa, inquietada e, talvez, uma intervenção perigosa, porque estende o corpo, seu centro, que reage aos estímulos. Sendo assim, combina igualmente auto-biografia. É inconformada e consequente. Trata as culturas públicas mais como sujeitos que como objetos, como sendo socialmente construídos, em que os agentes são complexos e contraditórios. É uma retórica como força produtiva, gosta de fazer coisas acontecer (e, por isso, de ser lida). É uma atitude ética, política, estética. Por isso, entra na arena da contestação, e apela a um investimento afetivo, de quem está presente e que estará até ao fim.


Ricardo Seiça Salgado
  
Doutorado em Antropologia (2012) no IUL, na área dos estudos performativos (Visiting Scholar na NYU, 2009). É pós-graduado em Antropologia: “Património e Identidades”, pelo IUL (2002), e em “Culturas e Discursos Emergentes: da crítica às manifestações artísticas”, pela FCSH (2008). Licenciado em Antropologia na FCTUC (2000). 


Performance: Alexandre Lautert

Arte híbrida pela UTFPR

Arte cênica pela FAP












terça-feira, 6 de outubro de 2015

nOta - Arte maniFesto







Manifestação dos artistas de Curitiba, contra a falta de políticas culturais e a não transparência das ações da atual administração da Fundação Cultural de Curitiba - sábado 03/10, na abertura da Mostra do Núcleo de Artes Visuais - SESI/PR-2015, no Museu da Gravura no Centro Cultural Solar do Barão.
 





Por Felipe Prando
Doutorando em Poéticas Visuais pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Comunicação e Artes da USP/SP; Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais do Centro de Artes da UDESC, Florianópolis/SC; Curador–Associado do “Fórum Permanente: Museus de Arte; entre o público e o privado”, Professor de Fotografia no Curso de Design da Universidade Positivo (UP), Curitiba/PR; Coordenador da Especialização em Artes Visuais da UP, Curitiba, PR; Indicado ao PIPA 2014 - exposição "Campo Neutral"
  
Insistem em nos fazer enxergar de modo fragmentado, mas somos todos ingredientes do mesmo bolo.
Galera do cinema, artes visuais, teatro, dança, design, do conservatório de Música, hip hop e de todos os segmentos culturais, da galera que atua em movimentos pela democratização dos meios de comunicação, do movimento pela moradia, servidores públicos municipais e estaduais devemos prestar atenção e caminharmos juntos.



fotos: Assis garceZ

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

crÔnica





Creio que o que está acima do nosso entendimento é apenas uma p.... de um fato em outras dimensões, claro que respeitando a perspectiva de cada ser, e nesse reino da incompreensão há uma infinita reserva de sei lá... Poder. A percepção do desconhecido é a mais fascinante das experiências, o homem que não tem os olhos abertos para a parte mais profunda da sua eterna infância "representada da forma que cada um achar melhor" passará a vida na toca, sem ver nada, lógico que é um ponto de vista longe da verdade, e no meio dessa loucura toda não existe nenhuma peça que não se encaixe, todas são aproveitáveis. Como são muitas, e lesado do jeito que vira e mexe andamos e corremos bastante, você pode esquecer algumas, e isso sempre será chamado de passado!!!

Romulo Ribeiro

foTo-graPhia



Jogo de signos


foto: Assis  garceZ

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

poética Mente



Michelle


Música para os Olhos

Um só encontro - uma nota musical
conto que bastou
para não dizer - criou
crias em imagens
verdadeiros ímãs que constantemente
aproximam eu de você - MI.



Assis  garceZ